Em 2014 os funcionários públicos não receberão por inteiro os subsídios de Natal e de férias já admitiu Pedro Passos Coelho. O corte nos subsídios, que faz parte do Orçamento de Estado para 2012, tem sido indicado como uma medida temporária, durante dois anos, para reduzir custos rapidamente. Agora o Primeiro-Ministro anuncia que o regresso à normalidade em 2014 será gradual, assinalando que o pagamentos das suas prestações não será feito por inteiro. Já se admite, mesmo, que o pagamento dos referidos subsídios poderá ser suspenso por mais tempo, se a correcção financeira não ocorrer conforme o previsto.
Carlos Canas