Botequim ordinário, onde se vendia o café a dez reis cada xícara.

19
Nov 11

«FUGIR! FUGIR...»

 

Fugir! Fugir..., fugir para além do mundo,

do caos, da morte ou do futuro...

 

Fugir de matar aquele poeta

que fala uma língua diferente da minha

mas que vive a mesma poesia!

Fugir do sangue, da morte, do pavor!...

 

- Eu ainda quero conhecer

o amor da donzela que desperta...

 

- Eu ainda quero escrever

o poema que há em mim... e que é belo!

 

Senhor!

Eu não quero matar... Quero viver!

E cantar os que esqueceste...

 

Selecção de Poemas - Tomás Salavisa

 

 

 

-

publicado por Café de Lepes às 16:21

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