Botequim ordinário, onde se vendia o café a dez reis cada xícara.

25
Abr 11

SEMPRE!

 

Os Fregueses do Café

publicado por Café de Lepes às 00:29

TANTO MAR

 

Foi bonita a festa, pá

Fiquei contente

Ainda guardo renitente

Um velho cravo para mim

Já murcharam tua festa, pá

Mas certamente

Esqueceram uma semente

Nalgum canto de jardim

 

Sei que há léguas a nos separar

Tanto mar, tanto mar

Sei também, quanto é preciso, pá

Navegar, navegar

Canta primavera, pá

Cá estou carente

Manda novamente

Algum cheirinho de alecrim

 

Selecção de Poemas - Tomás Salavisa

publicado por Café de Lepes às 00:28

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