Botequim ordinário, onde se vendia o café a dez reis cada xícara.

30
Set 10

O centenário da revolução do 5 de Outubro de 1910, iniciou-se com o desfraldar da bandeira da República, no Arco da Rua Augusta, da capital do país. Cerimónia simples, com a presença de poucas centenas de pessoas e de algumas personalidades ligadas à comemoração do centenário da República. Notava-se a presença de bastantes jóvens, estudantes do ensino secundário. A Banda da GNR abrilhantou a cerimónia, interpretando A Portuguesa no momento em que a bandeira nacional era desfraldada. Lamentavelmente a postura dos jóvens presentes foi a menos conveniente durante a cerimónia do hastear, comportando-se como se estivessem a assistir a um concerto de música rock. Não se pretende pregar moral, mas aquele acto exigia o maior respeito de todos os presentes. 

publicado por Café de Lepes às 19:22

Quem estiver interessado em conhecer como se movimenta o grande capital no mundo financeiro, origem da falência do Lehman Brothers e da subsequente crise, iniciada nos Estados Unidos da América, em 2008, e que se alastrou a todo o Mundo, deve ir ver o filme "Wall Street - O Dinheiro Nunca Dorme", realizado por Oliver Stone. Após a visão da fita de Stone, percebe-se, claramente,  como foram  possíveis as falências do Banco Português de Negócios (BPN) e Banco Privado Português (BPP), que arrasaram tantas empresas e famílias. A ganância dos banqueiros e a deficiente supervisão bancária, conduziram a situações inimagináveis num mundo que se supunha de íntegra honestidade. Notáveis as interpretações do veterano Michael Douglas e Shia LaBeouf e uma realização límpida do truculento Oliver Stone. 

publicado por Café de Lepes às 19:20

O presidente do maior partido da oposição reuniu-se com vinte economistas, maioritariamente da sua área política. Nogueira Leite acusou Angel Gurría, enviado a Portugal da OCDE, de não ter nível para ocupar o lugar que detém naquele Organismo. Será que Leite tem currículo para se permitir fazer esta crítica. Eduardo Catroga e Mira Amaral, usufruíndo de algum tempo de antena, aproveitaram para debitar as já habituais críticas, mais do que conhecidas. Não falou o inefável Medina Carreira, também presente na reunião, ou não lhe deram visibilidade. O país está falido, não há qualquer dúvida. Já Salazar apareceu em cena, porque Portugal, em 1926, estava em situação de quase bancarrota. Os sucessivos governos, independentemente da sua côr política, gerem mal o nosso dinheiro, comportam-se como se Portugal fôsse um país rico e, ciclicamente, cai-se nesta situação. Os senhores Catroga e Amaral deviam ter vergonha de aparecer a falar da má situação financeira, eles e também outros iguais, antigos ministros, com as suas reformas douradas, são uma parte do problema.

publicado por Café de Lepes às 19:16

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